quinta-feira, 26 de julho de 2007

Meninas do futebol, karatê e saltos miram novos ouros

Em dia de descanso da equipe de atletismo nos Jogos Pan-Americanos, as meninas do furtebol, o karatê e os saltos ornamentais tentarão manter a delegação brasileira próxima de Cuba na briga no quadro geral de medalhas, nesta quarta-feira.


Comandadas pela meia Marta, eleita pela Fifa como a melhor jogadora do mundo, a Seleção Brasileira de futebol tenta redimir a frustrante participação do masculino e conquistar o ouro contra o time dos Estados Unidos. As duas equipes estão invictas na competição.

Após garantir duas medalhas de ouro nesta quarta, o karatê vai atrás de mais lugares no ponto mais alto do pódio. A principal esperança do dia está depositada em Nelson Sardenberg. Após conquistar duas pratas nas duas últimas edições, o lutador tenta crescer um pouco mais e levar o ouro.

Nos saltos ornamentais, os brasileiros buscarão mais medalhas no trampolim de 3m masculino e na plataforma de 10m sincronizada feminina. César Castro e Cassius Duran têm boas chances de conquistar pelo menos um bronze. Já Milena Sae e Evelyn Winkler sonham com pódio.
Outro esporte que já tem medalha garantida e sonha com o ouro é o pólo aquático. A equipe brasileira terá uma parada duríssima pela frente, já que enfrenta os Estados Unidos na decisão, de quem perdeu na fase preliminar, por 12 a 6.


Após a medalha de prata conquistada pela dupla masculina, o boliche espera conquistar novos feitos no individual. A esperança está nas mãos de Jacquie Costa e Roseli Santos, no feminino, e Rodrigo Hermes, no masculino, que terminou em quinto na primeira etapa disputada nesta quarta.


A delegação brasileira ainda tem possibilidades de conquistar mais medalhas no tiro com arco e luta feminina.

Fonte: Terra

terça-feira, 24 de julho de 2007

PIB DO PAN CHEGA A R$ 5,7 BILHÕES

Gastos de turistas e investimentos públicos e de empresas entram na conta Cláudio Motta.
Não são apenas os atletas que comemoram o ouro, a prata e o bronze com o Pan-Americano.
Especialistas como Luiz Ozório, professor de finanças da Faculdade de Economia do Ibmec, festejam os investimentos feitos na cidade. A soma dos principais gastos relacionados ao evento — o PIB do Pan — atingiu o impressionante total de R$ 5,7 bilhões. O valor supera o do PIB de São Gonçalo (R$ 5,2 bilhões) e se aproxima muito do de Niterói (R$ 5,8 bilhões), de acordo com dados do IBGE referentes ao ano de 2004. A conta inclui os investimentos públicos e os de empresas, além dos gastos de turistas, serviços e comércio.— O cálculo do PIB do Pan nos ajuda a entender que os jogos são um ótimo negócio para a cidade.
Além do efeito imediato, os jogos trarão investimentos a médio e longo prazos. Estamos redescobrindo a vocação do Rio para grandes eventos — disse Luiz Ozório.Apesar da grandiosidade das cifras, o especialista explica que não é possível incluir todos os gastos relacionados ao evento. O cálculo não considerou, por exemplo, as verbas publicitárias ligadas ao Pan. Além de anúncios para rádio e televisão, muitas empresas patrocinam atletas, que ganham maior visibilidade durante os jogos.O maior investimento no Pan foi do setor público.
Segundo os números oficiais divulgados por prefeitura, estado e município, seus gastos somados chegam à ordem de R$ 3,5 bilhões. As obras do Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), do parque esportivo do Autódromo e dos complexos de Deodoro e do Maracanã consumiram R$ 712,1 milhões. Somente em segurança pública, o governo federal aplicou R$ 600 milhões.
A União destinou, ainda, R$ 31,8 milhões para aluguel de camas, fronhas, lençóis e aparelhos de ar-condicionado, além de itens de higiene pessoal e contratação de mão-de-obra temporária.O PIB do Pan poderá crescer ainda mais quando a prefeitura licitar alguns de seus equipamentos públicos. O lance mínimo para a Arena do Autódromo é de R$ 129 milhões. O Engenhão poderá ser alugado por R$ 1.600 mensais durante 40 anos.— A licitação de equipamentos públicos é analisada à medida que estudos são propostos para a melhoria da gestão ou dos serviços.
O velódromo também nos parece um equipamento lucrativo. Estamos decidindo se ele será concedido ou não — disse o prefeito Cesar Maia.A maior duração do Pan em relação aos principais eventos da cidade, como o réveillon e o carnaval, é um dos fatores de aumento de arrecadação. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Rio (ABIH-RJ), Alfredo Lopes, calcula que, só em diárias, o Pan movimentará R$ 100 milhões. O número de empregos criados no setor deve chegar a 3.500 empregos.— O Ano Novo dura três dias; o carnaval, quatro; e o Pan, 15.
A projeção internacional do Rio também será fenomenal. Os jogos serão um divisor de águas para o turismo — disse Lopes.A Riotur calcula que a cidade receba 630 mil pessoas, que farão compras, irão a restaurantes e usarão o sistema de transportes. Os turistas que circulam pela cidade devem gastar cerca de R$ 1,4 bilhão, de acordo com cálculos do prefeito.Turistas e cariocas que quiserem comprar uma lembrança oficial do Pan farão parte de um mercado que deve movimentar R$ 100 milhoes. Segundo o Comitê Organizador do evento (CO-Rio), apenas as empresas licenciadas podem fabricar e distribuir produtos com imagens referentes aos Jogos, como a da mascote Cauê. Mais de 20 firmas fecharam contrato para explorar a marca.
A Olympikus, patrocinadora oficial e licenciada exclusiva nas categorias de roupas e calçados, espera aumentar suas vendas em 30%.Para acompanhar o Pan, muitas empresas ampliarão suas atividades ou farão instalações provisórias. O subsecretário de Turismo, Antônio Galvão, diz que elas terão que usar serviços como internet e aluguel de carros.
Fonte: jornal O Globo de 15/7/2007

segunda-feira, 23 de julho de 2007

MUNDIAL DE JUDÔ EM SETEMBRO-2007 NO RIO!

A opinião é unânime: o Pan-americano 2007 é um sucesso e esse sucesso já transborda para o futuro com a decisão conjunta da Prefeitura do Rio, do COB e da Confederação Brasileira de Judô e trazer para o Rio, em Setembro, o Campeonato Mundial de Judô.

Mesmo os que torceram contra, por ser de sua natureza torcer contra, hoje, no fundo de suas consciências, são obrigados a admitir o sucesso. O trânsito não conheceu o caos anunciado; a segurança esteve melhor do que se imaginava e o legado é altamente positivo.

A nossa cidade, a nossa gente, os governos de toda sorte, os cidadãos, a iniciativa privada, as organizações sociais, todos os que somos tocados pelo Rio de Janeiro, vemos o final feliz e lucrativo de um processo arrojado – de uma história de ousadia responsável - a prova inconteste de determinação de um governo, que comprovou mais uma vez publicamente o seu compromisso e a sua paixão pela Cidade Maravilhosa.

O PAN e o PARAPAN são histórias que começaram em 1998, com a decisão da Cidade de disputar o privilégio de ser a sede dos jogos e tiveram o seu ponto decisivo em 2001, no momento em que a Prefeitura do Rio e o Comitê Olímpico Brasileiro, COB, sem medirem adversidades, assumiram diante do mundo a obrigação de, pela primeira vez na história dos jogos, organizarem o PAN e o PARAPAN na mesma cidade e reunir todas as competições num mesmo perímetro urbano, com os ônus e riscos de tocar obras de vulto, muitas delas no espaço vazio, como foi o caso da Vila Panamericana, do Engenhão e de outros empreendimentos. Todos eles, cultos à qualidade e ao bom gosto.

O Engenhão, Estádio João Havelange, por exemplo, é a materialização de um sonho que os nossos recursos limitados indicariam ser impossível realizar. Afinal, é uma obra fantástica, imensa, moderna e que durante muito tempo será insuperável como ambiente para competições esportivas. E assim é com todos os equipamentos construídos pela Prefeitura com base nos compromissos que assumiu em 2001 com a Organização Desportiva Panamericana (ODEPA)
A experiência da Prefeitura do Rio em vencer desafios de peso e a sua capacidade de ver os resultados do PAN 2007 para muito além dos jogos apoiaram a ousadia dos compromissos firmados em 2001.

A organização do PAN e do PARAPAN 2007 é obra de engenharia social, bem mais do que de engenharia civil, porque reforça o entendimento da Prefeitura do Rio de ter o esporte como instrumento de inserção de crianças, jovens e adolescentes num ambiente sadio.

Outro fato relevante é que a realização dos jogos no Rio de Janeiro amplia o potencial turístico do Rio de Janeiro e representa a oportunidade de fazer crescer o mercado de trabalho por um longo período. Outra conseqüência positiva considerável para o Poder Público é o potencial de arrecadação que seguirá o crescimento da atividade econômica.

Por tudo isso, a Prefeitura do Rio não teve receio de assumir em 2001 os compromissos que assumiu e fazer os investimentos que fez.

A capacidade de ver os resultados do PAN e do PARAPAN 2007 para além do momento dos jogos, deu sentido à festa no México, em 2002, quando conquistamos o privilégio de sediar o evento; fez maior a alegria de saber que uma multidão composta por 1.226.563 pessoas esteve mobilizada na escolha de um nome para a mascote dos jogos; aqueceu as energias na abertura dos Jogos no Maracanã para olharmos de frente e com otimismo o futuro de nossa Cidade.

Está provado: “Conquistar é o futuro do verbo sonhar” .

sábado, 21 de julho de 2007

Brasil, supera trauma Cubano!

As vitórias da Seleção Brasileira feminina de handebol e da dupla Juliana e Larissa sobre as equipes de Cuba, neste sábado, ajudaram a delegação do País a superar o "trauma" cubano que rondou os Jogos Pan-Americanos, disputados no Rio de Janeiro.







Na primeira semana de competições, derrotas marcantes acirraram ainda mais a disputa entre os anfitriões e o país caribenho. No vôlei de quadra, a derrota por 3 sets a 2 da Seleção feminina acabou frustrando os torcedores.



Na água, a disputa pela medalha de bronze rendeu apenas lágrimas às brasileiras. A equipe feminina de pólo aquático perdeu por 6 a 5 para Cuba e, pela primeira vez desde que a modalidade foi introduzida nos Jogos Pan-Americanos, em 1999, terminou a competição sem medalha.



Nos tatames, as derrotas de João Gabriel Schlittler e Luciano Corrêa para os cubanos Oscar Brayson e Oreidis Despaigne, respectivamente, aumentaram a frustração brasileira. Schlittler ficou com a prata e Corrêa conquistou o bronze.



A recuperação "psicológica" brasileira começou na manhã de sábado, com a vitória das meninas do handebol por 30 a 17, na grande final da modalidade, que deu o tricampeonato pan-americano ao Brasil, garantiu vaga na Olimpíada de Pequim e evitou mais um ouro do país caribenho.



À noite, a dupla Juliana/Larissa venceu as cubanas Dalixia Fernández e Tamara Larrea por 2 sets a 0, com parciais de 21/15 e 21/17 e comprovou a volta por cima do Brasil, que chegou a 20 medalhas de ouro e abriu sete de vantagem sobre o Canadá.
Fonte: Terra

quinta-feira, 19 de julho de 2007

PRAÇA DAS MEDALHAS É O POSTO MAIS PROCURADO POR TURISTAS

Entre os 18 postos de atendimento turístico, instalados pela RIOTUR para os Jogos Panamericanos Rio 2007, o mais procurado é o da Praça das Medalhas, em Copacabana, com mais de mil turistas por dia, solicitando informações de atrações da cidade e recebendo material promocional, como o Guia e mapas do Rio. Entre os brasileiros, a maior freqüência é de paulistas, seguidos de paranaenses, mineiros, sergipanos e paraenses, já os americanos, argentinos, chilenos e espanhóis são a maioria entre os estrangeiros.

A RIOTUR está coordenando o atendimento a turistas, com mais de 100 pessoas, entre funcionários, estudantes de turismo e voluntários, em postos no Aeroporto Internacional Tom Jobim (4 postos), Copacabana (2 postos), Rodoviária Novo Rio, Barra da Tijuca, Centro e mais 9 hotéis. O serviço Alô Rio 2007 (0800 2850555), que funciona, diariamente, de 8 às 20 horas, está com uma média de 300 atendimentos, por dia, em três idiomas (português, espanhol e inglês) e o site www.riodejaneiro-turismo.com.br, com informações turísticas do Rio está, durante o Pan, com uma média de 17 mil acessos/dia.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Nem sempre é possível manter a alegria.


Nem sempre é possível manter a alegria. Ontem, enquanto o Brasil vibrava pela conquista das medalhas de ouro, o desastre com o avião da TAM dissolveu a alegria. Uma dor forte no coração das famílias e de todas as pessoas ligadas às vítimas do acidente, com certeza, antecipa uma dor maior, a dor da saudade. Entre as vítimas está uma político jovem, de amor fantástico pelo trabalho que realizava na Câmara, o Julio Redecker.


Eu tive a oportunidade gratificante de conviver com ele um bom período na Câmara e depois que deixei o mandato ainda nos falávamos com freqüência. Não se sabe com certeza ainda o que produziu o desastre, mas alguma coisa no meu coração e na minha consciência de homem público, me diz que o governo pode ter falhado. Esperemos.


Hoje, uma forte dor de cabeça me acompanha desde cedo e com ela uma dose de incompreensão, porque, seja qual for o motivo, definitivamente o Brasil precisa parar de patrocinar a dor e a saudade no corações de seus filhos. Enfim, não há muito mais a comentar a não ser desejar que Deus em sua infinita compaixão conforte os corações de todos nós e principalmente dos amigos e parentes das vítimas.


Rubem Medina

Cielo conquista ouro nos 100m livre e bate recorde

O brasileiro César Cielo confirmou seu favoritismo nos 100m livre e somou mais um ouro para o Brasil, na piscina do Complexo Aquático Maria Lenk, nesta quarta-feira. Com o tempo de 48s79, Cielo estabeleceu um novo recorde pan-americano.

O brasileiro Eduardo Deboni ficou na quarta posição, cravando 49s95, e por pouco não completou o pódio com o bronze.

O segundo colocado na prova foi o argentino Jose Meolans, com 49s42, seguido pelo norte-americano Gabriel Woodward, que terminou a prova em 49s59.

Redação Terra